Mensagens de 20180803 (157 a 160)

157) MENSAGEM 157

De: Eduardo Chaves

Data: 20180803

Assunto: RE: [Manuelinos] Depoimento do Rev. Waldyr Carvalho Luz

Caro João Rhonaldo:

Com o Rev. Waldyr eu tive vários tipos de relacionamento. Basicamente, quatro.

Primeiro, quando era criança, até entrar no Seminário Presbiteriano de Campinas, em 1964, o Rev. Waldyr foi amigo da família. Ele foi colega do meu pai no JMC e no Seminário Presbiteriano de Campinas, e, quando em Campinas, ficou amigo chegado de meus avós maternos e, por conseguinte, de minha tia e de minha mãe. Depois de casados (em 1942), meus pais mantiveram com ele uma amizade bastante chegada.

Segundo, quando cheguei ao Seminário, passei a ser também aluno dele – mas era um aluno que era filho de grandes amigos seus. Assim, ele sempre me tratou com grande atenção e eu, ao longo dos dois primeiros anos (1964-1965) em Campinas, quando estudei Grego com ele durante três semestres, fui, segundo declaração dele a meu pai, seu aluno favorito – terminando os três semestres de Grego com média 98,91, segundo ele, a maior média de um aluno no curso de Grego ministrado por ele no seminário.

Terceiro, no primeiro semestre de 1966, surgiram os problemas em nosso relacionamento. A situação estava tensa na política eclesiástica dentro da IPB, o Rev. Boanerges Ribeiro (que foi colega do Rev. Waldyr e do meu pai no Seminário) se candidatou ao Supremo Concílio, apoiado decididamente pelo Rev. Waldyr, meu pai e outros, numa plataforma que, entre outros itens prometia fazer uma limpeza nos Seminários da igreja, em especial no Seminário de Campinas.

Dentro do Seminário o corpo discente rachou, não igualitariamente, mas na razão de 65 x 15, por aí, num total de cerca de 80 alunos. Eu liderei a briga do lado dos chamados de modernistas, progressistas, liberais. No início de 1966, eleito para a Diretoria do Centro Acadêmico “Oito de Setembro” (CAOS), eu fui indicado pela Diretoria para criar o jornal do Centro Acadêmico e ser seu redator. Dei-lhe o nome, de forma já meio provocadora, de “O CAOS em Revista”.

Do lado dos conservadores havia quinze alunos, orientados pessoalmente pelo Rev. Waldyr, que com eles se reunia regularmente para reuniões de oração e de discussão da situação no Seminário, que estava bastante agitada, política e teologicamente. Os dois primeiros números do meu jornal, nos meses de Março e Abril de 1966, foram dedicados a problemas internos do Seminário. Foram críticas fortes, em especial a uma certa letargia dos professores, que, com uma exceção, o Rev. Francisco Penha Alves, não se manifestavam de forma clara e incisiva sobre os problemas políticos e teológicos que agitavam a nação e a comunidade do Seminário. O primeiro número foi confiscado pela Congregação tão logo foi distribuído entre os alunos, em 18 de Março. O Rev. Júlio de Andrade Ferreira, Reitor do Seminário, veio pessoalmente ao meu quarto (também era amigo da família), constrangido, cumprir a decisão da Congregação de empastelar o jornal. Mas a resolução da Congregação ficou nisso, não foi além.

Assim sendo, em Abril, também no dia 18, soltei o segundo número do jornal, narrando o que havia acontecido com o primeiro, protestando e exigindo liberdade de expressão dentro do Seminário. Invoquei o tratado On Liberty, de John Stuart Mill. Também esse número foi confiscado, por decisão da Congregação, que, desta vez, determinou que nenhuma publicação feita por alunos fosse divulgada sem a autorização prévia e expressa da Congregação.

Foi nesse contexto improvável que os Quinze conservadores resolveram soltar um manifesto acusando o outro lado (nós, a esmagadora maioria dos alunos) de ser teologicamente hereges, moralmente depravados, e desrespeitadores da Bíblia, de Calvino, dos Símbolos e da Liderança da Igreja. Mandaram esse manifesto para tudo que é presbitério e igreja local do país.

A Diretoria do CAOS (da qual eu era Secretário) interpelou a Congregação do Seminário perguntando se a divulgação do Manifesto havia sido autorizada por ela. A resposta foi que não havia sido. O CAOS interpelou novamente a Congregação perguntando a ela qual a punição que a Congregação havia aplicado aos que haviam desrespeitado sua determinação anterior. A resposta foi de que, até o momento da interpelação, nenhuma, porque havia divergência entre os professores acerca do que fazer.

Diante disso, a Diretoria do CAOS me autorizou a soltar um terceiro número do jornal, em Maio, descendo o porrete nos Quinze e denunciando a parcialidade da Congregação, que nos confiscara os dois primeiros números, havia determinado que nada fosse publicado sem sua aprovação, e, no entanto, não tinha coragem de punir os Quinze (e, quem sabe, o seu Mentor).

Dali em diante a coisa pegou fogo. O Rev. Boanerges foi eleito no Supremo Concílio (realizado em Junho-Julho de 1966) em Fortaleza, com o apoio entusiástico do Rev. Waldyr, que, num inflamado discurso, teria afirmado que, no Seminário de Campinas, havia até um grupo de alunos basicamente pagãos que adorava “o caralho de um bode”. O Supremo Concílio criou uma Comissão Especial de Seminários, que veio a ser presidida pelo Presbítero Coronel Renato Guimarães, amigo do Rev. Boanerges, e o resto é história. Todos os alunos foram convocados, ainda durante as férias, para uma entrevista com a comissão. Trinta e seis, entre os quais eu, se negaram. Em Agosto esses trinta e seis foram proibidos de se rematricular. Vários outros resolveram sair por conta própria e ir cantar em outra freguesia. Outros desistiram de fazer Teologia. Uns poucos, que iriam se formar no final do ano, resolveram continuar, a contragosto, para não perder quatro anos e meio de estudos. Os Quinze, naturalmente, que estavam nos dois primeiros anos, ficaram.

Nesse episódio o Rev. Waldyr trocou várias cartas e telefonemas com meu pai (que eu ainda guardo). Meu pai, além de tudo, era meu tutor eclesiástico no Presbitério Paulistano. O Presbitério, para evitar a interferência de questões familiares nas decisões, trocou meu tutor (designando o Rev. Marcelino Pires de Carvalho para a função), e me determinou que ficasse sem estudar Teologia por pelo menos um ano, prazo em que o Presbitério iria decidir o meu destino. Foi dito na reunião do Presbitério que tomou essa resolução que eu era um elemento “recuperável” pela igreja – afirmação que considerei muito pouco lisonjeira.

Resolvi ignorar e designação do novo tutor eclesiástico e não busquei contato com ele.

Depois de consultar o Rev. José Borges dos Santos Júnior, também amigo da família, e pastor que me havia batizado quando era pastor da Igreja Presbiteriana de Campinas, que, em 1966, era pastor da Igreja Presbiteriana do Jardim das Oliveiras, e que havia feito oposição à eleição do Rev. Boanerges Ribeiro, pedi transferência para a Igreja do Rev. Borges, afiliada ao Presbitério de São Paulo, que também ficou na oposição. O Conselho da Igreja de Santo André, presidido por meu pai, negou o pedido. O Rev. Borges propôs ao Conselho de sua igreja que me arrolasse por jurisdição e, feito isso, o Conselho me autorizou a continuar meus estudos na Faculdade de Teologia da Igreja Evangélica de Confissão Luterana em São Leopoldo, a partir de 1967, contrário ao que havia resolvido o Presbitério Paulistano. Eu já vinha mantendo entendimentos com o Diretor da Faculdade, Pastor Lindolfo Weingaertner, visando ao meu ingresso lá no ano seguinte. A Sociedade Auxiliadora Feminina do Jardim das Oliveiras, presidida por uma distinta senhora, de cujo nome infelizmente não me lembro, mas que tinha um lindo cabelo azulado, aprovou a concessão de uma bolsa de estudos para mim ao longo de 1967 em São Leopoldo.

Meu pai cortou relações comigo, ficando nós sem conversar durante dois anos. O Rev. Waldyr continuou a me tratar com cortesia e respeito, mas com frieza. Eu me encontrava com ele na Igreja Presbiteriana do Jardim Guanabara, em Campinas, que continuei e frequentar no segundo semestre de 1966. A mulher dele, Dona Amélia, não foi tão cortês e respeitosa como ele, entretanto, perdendo a compostura comigo um dia depois do culto. Alguns anos depois, o Rev. Waldyr, que comemorara nossa expulsão do Seminário, também foi mandado embora da instituição, por ter reivindicado na Justiça do Trabalho alguns direitos (reconhecidos pela Justiça, diga-se de passagem).

Em Fevereiro de 1967 fui para São Leopoldo. Meu plano de terminar meu curso lá foi alterado pelo fato de que ganhei uma bolsa de estudos para fazer Mestrado no Pittsburgh Theological Seminary, em Pittsburgh, no estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, concedido mediante a gestão do Deão do Seminário, Rev. Gordon E. Jackson, de quem eu havia sido intérprete durante um semestre em Campinas em1965. O Conselho Estadual da Pensilvânia considerou os meus estudos superiores de Fevereiro de 1964 até Agosto de 1967 equivalentes a um Curso de Graduação, dando-me, assim, o direito de aceder ao Mestrado. A Associação dos Seminários Teológicos Evangélicos (ASTE), capitaneada pelo Rev. Aharon Sapsezian, me deu uma bolsa de viagem. (Apesar de alguma diferença de idade, o Rev. Aharon se tornou o meu melhor amigo a partir da segunda metade dos anos 80 até sua morte).

Fiquei em Pittsburgh até Agosto de 1972, terminando o Mestrado no Seminário e o Doutorado na University of Pittsburgh (com uma bolsa concedida pelo Seminário). Depois de trabalhar dois anos na California, vim para a UNICAMP em Junho de 1974, onde começa a quarta fase de meu relacionamento com o Rev. Waldyr. Depois de eu estar na UNICAMP já por algum tempo, ele, dispensado do Seminário, foi contratado para ser professor de Grego e Latim no Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade. Assim, eu, que havia sido filho dos seus amigos, depois aluno, depois inimigo de lutas políticas dentro do Seminário, passei a ser seu colega na UNICAMP. Porém, nunca consegui chama-lo simplesmente de Waldyr, mesmo sendo nós dois agora colegas…

Dado o tempo de serviço que ele já tinha na iniciativa privada, como pastor e professor de seminário, o Rev. Waldyr se aposentou da UNICAMP bem antes de mim. Continuei a visita-lo, no Condomínio Jardim das Nações (acho que era esse o nome), atrás do Seminário, onde ele morava. Acompanhei sua doença. Senti muito a sua morte.

No livro do qual retirei o depoimento do Rev. Waldyr que transcrevi nesta lista ele faz várias referências a mim, sem mencionar o nome. Refere-se a “um aluno, filho de um grande amigo meu”, a “o escrevinhador que falava pelos alunos”, a “um dos melhores alunos que já tive”, etc. mas faz algumas afirmações de que eu não tenho a menor lembrança. Não afirmo que ele mentiu ou delirava, porque o considero incapaz de conscientemente mentir e não tinha razão para afirmar que tivesse com problemas mentais. Acho, porém, que confundiu algumas coisas, atribuindo a mim incidentes que podem ter se dado com outros alunos – ou, então, minha memória me falha de modo para o qual não encontro precedentes.

Mesmo depois das referências pouco lisonjeiras que fez a mim na sua autobiografia, não perdi a admiração que sentia pelo Rev. Waldyr. Sempre admirei seu intelecto, sua cortesia, seu respeito. Só não concordava com seu conservadorismo, chegando às raias do fundamentalismo.

Mais recentemente, quando dava aula de História da Igreja na Faculdade de Teologia da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil (FATIPI), entre 2014 e 2017, comprei e li um livro do Rev. Waldyr sobre John Knox, o grande reformador escocês, considerado, com justiça, ao lado de Jean Calvino, o pai do Presbiterianismo. Gostei muito do livro. Era outro Rev. Waldyr que transparecia na avaliação de John Knox e da política eclesiástica escocesa. O sofrimento de ser mandado embora do Seminário de Campinas, onde ele estudou e a que sempre se dedicou com devoção, parece ter mudado o homem.

Quando eu estava no Seminário nós, a maioria dos alunos, nos referíamos a ele, desrespeitosamente, como Dr. Trevas. A julgar pelo livro que ele escreveu sobre John Knox, as Trevas em algum momento se transformaram numa verdadeira e maravilhosa Luz, coerente com o seu nome.

É isso. Não pretendia escrever tanto. Simplesmente deixei as memórias fluírem.

Eduardo CHAVES

ec@jmc.org.br

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De: João Rhonaldo Andrade

Data: 20180801

Assunto: RE: [Manuelinos] Depoimento do Rev. Waldyr Carvalho Luz

Eduardo – boa noite (23:46 horas)

Nasci em Limeira, próximo a Campinas e a Igreja local tinha constantes ligações com a de Campinas e com o Seminário.

Lembro-me, embora adolescente, primorosas referências a respeito do Waldyr Luz, pastor consagrado, professor e escritor.

Reli o texto, agora com mais sabor neste horário calmo da noite, por você transcrito, e me deliciei com o mesmo.

É alguma coisa preciosa que você nos trouxe.

Ri muito com as situações vividas pelo Waldyr no Conceição, que de certa forma e nos devidos tempos continuaram presentes no JMC.

Há uma frase que ele escreveu quase no final no depoimento e que diz muito para mim e que possivelmente fale aos nossos manuelinos.

“E ERA TRISTE DEIXAR O VELHO CASARIO, QUE A DESPEITO DE TUDO, ERA UMA PORÇÃO DE MINHA VIDA, UM PEDAÇO DO MEU CORAÇÃO”

Quando saí da casa de meus pais para ir ao Conceição foi uma mudança marcante, mas o importante é que aprendi a ser gente e a amar o meu quarto de numero 31 (Lindolfo, Carmelino), comer o ovo com molho do Sr. João e ir a vila completar o jantar com um copo de leite com groselha etc etc etc

Abraços

João Rhonaldo

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158) MENSAGEM 158

De: Dario Pereira Ramos

Data: 20180803

Assunto: RE: [Manuelinos] Depoimento do Rev. Waldyr Carvalho Luz

Estupenda memória  do Eduardo Chaves, tudo pura verdade… Parte dessas verdades vivenciamos juntos no Seminário de Campinas, e finalmente, no meu caso, fui duas vezes vítima da tal “Comissão Especial de Seminários”: a primeira quando do expurgo, indo alguns para o exílio teológico; na segunda, quando, após passar pela Faculdade Metodista, terminando os cinco anos de teologia na Faculdade Evangélica de Buenos Aires, fui barrado pela tal Comissão, que recusou a validade de meu diploma.. Entretanto a admiração pelo Dr. Waldyr compartilho com o Eduardo…

Dario

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159) MENSAGEM 159

De: Emílio Eigenheer

Data: 20180803

Assunto: RE: [Manuelinos] Formandos de 1963 do JMC [e etc]

Prezados,

aqui vai a relação dos formando de 1964:

II Ciclo:  Dario Pereira Ramos, Elias Moacir da Costa, Evandro Luiz da Silva,  Javan Osias Laurindo, Luiz de Almeida, Odacir Hecke de Oliveira, Reinhold Felippe Ortlieb e Ubirajara de Campos.

I Ciclo:  Almir Pereira da Silva, Altamir Roberto dos Santos, Na Maria Nunes,  Brás Ferreira Neves, Cláudio Marcos Faustini, Dinayde Eunice Moreira Rocha, Edson Gomes Pinheiro, Eliézer Rizzo de Oliveira,  Emílio Maciel Eigenheer,  Francisca Rodrigues Braga,  Geodi Camargo de Almeida, Inês Jofre Cornejo,  Isa Costa, Joel de Oliveira, Jonathas de Souza Braga, Josenir Gomes da Silva, Kuno Hase Neto,  Leci Macêdo de Avelar,  Lina Luiza de Oliveira Santos, Manuel Vieira de Castro Junior,  Maria Alves Delgado, Natalie Landes Browne, Obed Júlio de Carvalho,  Uilton Ferraz Varges,  Wanderley Correia Lourenço e Wagner Teodoro da Silva.

 (transcrito do convite de formatura)

Paraninfo: Rev Gutenberg de Campos, Orador Sacro: José Borges dos Santos Júnior. Homenagem II Ciclo: Casal Pemberton. Homenagem I Ciclo: Rev Joaquim Augusto Machado.

Orador: Ubirajára de Campos.

(convite em formato de livro com fitinha azul!

abraço a todos,

Emílio Eigenheer

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Em 17/07/2018 18:35, Eduardo Chaves escreveu:

Caros Juacy e demais:

Listas de formandos em formato digital só tenho as duas que publiquei (1960 e 1963). Não tenho a dos formandos de 1964. Pode ser que tenha algum outro convite em papel na minha casa (estou fora de casa no momento, na praia, em Ubatuba). O que eu encontrar e for fácil de digitar (não muito longo), eu compartilho. Os textos longos que estou compartilhando já estavam digitados desde a década de 1990, quando eu tinha secretárias que podiam fazer isso. Todo material que tenho foi xerocopiado de coisas que as pessoas me emprestavam. Tenho poucos originais.

Lamento que você não vá estar conosco em Setembro, mas compreendo que viagem para os EUA não é algo de que se possa ou deva abrir mão. Espero que no ano que vem você esteja conosco.

Dei uma olhada meio rápida no seu blog (estou meio sem tempo aqui, com saídas à praia, etc.), mas olharei com mais cuidado mais tarde. Vi que somos dois blogueiros neste grupo. Pelo menos nós dois – pode ser que haja mais alguém.

Hoje de manhã me encontrei com o Eliezer Rizzo de Oliveira na praia aqui em Ubatuba. Tomamos uma água de coco e batemos um bom papo.

Um abraço.

Eduardo CHAVES
ec@jmc.org.br

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160) MENSAGEM 160

De: Eduardo Chaves

Data: 20180803

Assunto: Novo Endereço do Site com Cópia de Todas as Mensagens da Lista

Meus caros:

Para simplificar o acesso ao site que contém todas as mensagens da Lista de Comunicação e Discussão (LCD) “Manuelinos”, comprei um novo domínio que é mais curto e simples. O endereço desse site, de agora em diante, é:

https://jmc.website

ou, simplesmente,

jmc.website

Aproveitei e mudei o nome do site, que era JMC-Online, para JMC.Website.

Para quem não se lembra, o endereço, até hoje, foi:

https://meujmc.wordpress.com

ou, simplesmente,

meujmc.wordpress.com

Em princípio, este segundo conjunto de endereços deve continuar a funcionar, remetendo para o primeiro conjunto. Mas é mais garantido usar direto o primeiro conjunto, que é, a partir de hoje, o endereço primário do site com as mensagens.

Aproveito para lembrar que esta é a 161ª mensagem da lista (a primeira, não se esqueçam, teve número 000, por isso esta tem número 160, embora seja a 161ª. (Esses detalhes são coisas de virginiano maníaco).

Enjoy.

Eduardo CHAVES
ec@jmc.org.br

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